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Mostrando postagens de julho, 2008

A DÍVIDA PÚBLICA DO GOVERNO FEDERAL NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2008

Nesta semana o Banco Central (BC) divulgou o Relatório da Dívida Pública Federal (DPF) correspondente ao mês de junho de 2008. Nesse relatório o BC descreve os principais indicadores da dívida do governo federal. Como por exemplo, os prazos médios de vencimento dos títulos, a composição da dívida em termos de índice aos quais a dívida é remunerada para os seus credores, o custo da dívida, etc. O valor total da DPF ao final de junho de 2008 era de R$ 1,34 trilhão. Deste valor, R$ 1,24 trilhão é referente à Dívida Pública Mobiliária Federal Interna (DPMFI). A Dívida Pública Federal Externa (DPFE) nesse mês tinha um valor de R$ 96,1 bilhões. Sendo que desse valor total da DPFE, R$ 74,14 bilhões correspondem á dívida em títulos (mobiliária) e R$ 21,97 bilhões correspondem à dívida contratual (contratos com organismos multilaterais, credores privados e agências governamentais internacionais). Em termos percentuais, a DPMFI corresponde a 92,85% da DPF e a DPFE correspondendo a 7,15% do total

O CRÉDITO NO BRASIL

Ultimamente, o Brasil tem aumentado o sistema de crédito fortemente. A relação entre crédito e o Produto Interno Bruto (PIB) está em cerca de 35,0%, sendo que cerca de 27% desse crédito vão para as pessoas físicas e os 73% restantes vão para pessoas jurídica. A inadimplência para as pessoas físicas está em 7,1%. Apesar das taxas de juros estarem muito altas, principalmente com a atual fase de expansão da taxa SELIC, a sociedade brasileira encontra condições nas quais mesmo com o alto custo dos empréstimos estes se tornam mais vantajosos do que não o realizando. A tendência é que essa expansão do crédito continue pelo menos pelos próximos anos. Segundo as previsões dos bancos, a carteira total dos créditos (tanto para pessoa física como para pessoa jurídica) terá um aumento de 21,82% em 2008 e de 19,57% no próximo ano. Para as pessoas físicas, a previsão é que tenha um crescimento de 25,9% neste ano e 23,3% em 2009. Existe no mercado financeiro uma preocupação com respeit

O PROBLEMA DO TRÂNSITO NAS CIDADES BRASILEIRAS

O dia-a-dia do trânsito nas nossas médias e grandes cidades realmente chega a ser uma calamidade. Onde muito tempo e dinheiro são perdidos por conta de horas em congestionamentos. Horas de trabalho ou lazer são desperdiçadas e muito dinheiro é gasto inutilmente com gastos de combustíveis e peças de veículos em razão do trânsito muito lento ou parado. Atualmente existe um projeto de lei tramitando no Congresso Nacional, o PL nº 1.687, no qual são tratados três grandes áreas do trânsito. O primeiro grande eixo tratado nesse PL é priorizar o transporte público em detrimento ao particular e também incentivar o transporte não-motorizado em detrimento do motorizado. Em segundo lugar, vincula o planejamento urbano ao sistema de transporte, desta forma, as cidades passam a crescer com o sistema de transporte ordenado. E por último, esse PL tem como idéia central o uso racional do uso do automóvel. Hoje não há legislação específica que determine a diminuição de distâncias e tempo de intervalos