Pular para o conteúdo principal

Veja os nomes de todos os ministros do segundo governo da presidente Dilma e quais partidos eles pertencem


O ministério da presidente Dilma conta com 39 pastas. A cerimônia de posse acontece em Brasília, nesta quinta-feira, dia 1º de janeiro.

Veja abaixo quem são os ministros anunciados para o segundo mandato de Dilma Rousseff:
Pasta Ministro Partido
Fazenda Joaquim Levy sem  partido
Planejamento, Orçamento e Gestão Nelson Barbosa sem partido
Banco Central Alexandre Tombini sem partido
Agricultura, Pecuária e Abastecimento Kátia Abreu PMDB
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Armando Monteiro PTB
Ciência e Tecnologia Aldo Rebelo PCdoB
Educação Cid Gomes PROS
Secretaria dos Portos Edinho Araújo PMDB
Minas e Energia Eduardo Braga PMDB
Secretaria de Aviação Civil Eliseu Padilha PMDB
Esporte George Hilton PRB
Cidades Gilberto Kassab PSD
Pesca e Aquicultura Helder Barbalho PMDB
Defesa Jaques Wagner PT
Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Nilma Limo Gonçalves sem partido
Controladoria-Geral da União Valdiir Simão sem partido
Turismo Vinicius Lajes PMDB
Cultura Juca Ferreira PV
Transportes Antônio Carlos Rodrigues PR
Integração Gilberto Occhi PP
Secretaria-Geral da Presidência Miguel Rossetto PT
Desenvolvimento Agrário Patrus Ananias PT
Relações Institucionais Pepe Vargas PT
Comunicações Ricardo Berzoini  PT
Previdência Social Carlos Gabas PT
Relações Exteriores Mauro Vieira sem partido
Casa Civil Aloizio Mercadante PT
Saúde Arthur Chioro PT
Políticas para Mulheres Eleonora Menicucci de Oliveira  PT
Micro e Pequena Empresa Guilherme Afif Domingos PSD
Direitos Humanos Ideli Salvatti PT
Izabella Teixeira Meio Ambiente sem partido
José Eduardo Cardozo Justiça PT
Segurança Institucional José Elito Carvalho Siqueira sem partido
Advocacia Geral da União Luis Inácio Adams sem partido
Trabalho e Emprego Manoel Dias PDT
Assuntos Estratégicos Marcelo Côrtes Neri sem partido
Desenvolvimento Social e Combate à Fome Tereza Campello PT
Comunicação Social Thomas Traummann sem partido


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Veja quanto o juiz Sérgio Moro ganha. É dinheiro que muito poucos brasileiros ganham

Qualquer cidadão pode fazer a pesquisa no site do TRF-4. Veja abaixo. Não há aqui imputação de crime ao juiz. Mas Moro acha compatível receber remuneração muito acima do teto legal, no momento em que é transformado no “super-herói” da moralidade nacional? Rodrigo Vianna, via  Revista Fórum  em 26/8/2015 Quanto ganha o juiz que foi transformado em “herói nacional” pela Globo e pela Veja ? Apontado como moralizador da pátria, Sérgio Fernando Moro não é um super-herói. Mas um funcionário público. Deveria submeter-se às regras que valem para todos. É assim, também, que se combate corrupção: com respeito às regras. Sem escândalo. Todos os dias, todos os meses. E não apenas à frente dos holofotes midiáticos. Os advogados apontam inúmeras tropelias do magistrado: na Lava-Jato, dizem os juristas  (clique aqui para saber mais) , Moro atropela regras e impõe humilhações aos réus – tudo em nome do ideal da “moralidade pública”. Mas parece haver mais que isso… ...

Pesquisa Vox Populi mostra o Haddad na liderança com 22% das intenções de votos

Pesquisa CUT/Vox Populi divulgada nesta quinta (13) indica: Fernando Haddad já assume a liderança da corrida presidencial, com 22% de intenção de votos. Bolsonaro tem 18%, Ciro registra 10%, Marina Silva tem 5%, Alckmin tem 4%. Brancos e nulos somam 21%. O Vox Populi ouviu 2 mil eleitores em 121 municípios entre 7 e 11 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para cima ou para baixo. O índice de confiança chega a 95%. O nome de Haddad foi apresentado aos eleitores com a informação de que é apoiado por Lula. Veja no quadro: Um pouco mais da metade dos entrevistados (53%) reconhece Haddad como o candidato do ex-presidente. O petista, confirmado na terça-feira 11 como o cabeça de chapa na coligação com o PCdoB, também é o menos conhecido entre os postulantes a ocupar o Palácio do Planalto: 42% informam saber de quem se trata e outros 37% afirmam conhece-lo só de nome. O petista chega a 31% no Nordeste e tem seu pior desempenho na região Sul (11%), me...

Tiraram a Dilma e o Brasil ficou sem direitos e sem soberania

Por Gleissi Hoffimann, no 247 Apenas um ano após o afastamento definitivo da presidenta Dilma pelo Senado, o Brasil está num processo acelerado de destruição em todos os níveis. Nunca se destruiu tanto em tão pouco tempo. As primeiras vítimas foram a democracia e o sistema de representação. O golpe continuado, que se iniciou logo após as eleições de 2014, teve como primeiro alvo o voto popular, base de qualquer democracia e fonte de legitimidade do sistema político de representação. Não bastasse, os derrotados imediatamente questionaram um dos sistemas de votação mais modernos e seguros do mundo, alegando, de forma irresponsável, “só para encher o saco”, como afirmou Aécio Neves, a ocorrência de supostas fraudes. Depois, questionaram, sem nenhuma evidência empírica, as contas da presidenta eleita. Não faltaram aqueles que afirmaram que haviam perdido as eleições para uma “organização criminosa”. Essa grande ofensiva contra o voto popular, somada aos efeitos deletérios de ...