Citado como o lobista do PMDB junto à maracutaia da Petrobras, Fernando Soares, o “Fernando Baiano”, já se ofereceu três vezes, por meio dos advogados, para prestar depoimento à Justiça Federal no âmbito da Operação Lava Jato. Ainda não obteve resposta. Ansioso, considera fechar acordo de delação premiada para contar tudo o que sabe. Se fizer isso mesmo, pode comprometer toda a cúpula do PMDB.
Pelo sim, pelo não, “Fernando Baiano” está no exterior, bem distante de uma eventual Operação Lava Jato II. Dias atrás foi visto em Miami.
O megadoleiro Alberto Youssef, que fazia o “varejo” do esquema de corrupção e pagamento de propinas, implicou “Fernando Baiano”.
O lobista do PMDB disse a amigos não fazer ideia do que é acusado, por isso procurou a Justiça para “prestar esclarecimentos”.
Investiga-se a “parceria” de Fernando Baiano com Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras na época da negociata da refinaria de Pasadena. (Leia mais no Diário do Poder)
