Pular para o conteúdo principal

Empreender no mundo virtual precisa de vários cuidados

O custo de montar uma loja virtual é muito menor do que o de uma física. Afinal, não é preciso alugar ponto, pagar luvas ou ter funcionários no início. Mas será que é só montar a loja e começar a vender? Se o produto é inovador, exclusivo, pode ser que sim. Porém, a maior parte dos comércios eletrônicos vende os mesmos de tantos outros. E é exatamente aí que está o desafio.

Imagine uma loja no último andar de um prédio mal localizado: a maioria dos sites de comércio eletrônico é assim. Eles não serão achados, porque sofrem com pouco investimento ou verba mal empregada. Já os concorrentes são grandes, possuem um site bem estruturado com um excelente trabalho de posicionamento no Google, investem alto em publicidade (links patrocinados, por exemplo) e têm um time de profissionais analisando o comportamento de cada consumidor que entra no site.

As empresas pequenas só têm chance se apostar forte em planejamento e estratégia digital sob medida para explorar nichos e espaços a que grandes players ainda não chegaram. Ferramentas para isso não faltam e são acessíveis, como o SEO, a mais importante delas, quando se prepara o site para aparecer entre primeiros resultados na busca do Google. Mas a estratégia vai além.

Funciona como numa loja física, em que atender bem aumenta muito as chances de compra. O diferencial das lojas menores será o expertise, a capacidade de gerar conteúdo relevante, especial para seu público. E, como cada uma tem um funcionamento particular, é fundamental fugir das soluções prontas, que podem condenar o negócio à invisibilidade na rede.

Novamente, a palavra é planejamento, com marketing de conteúdo para que seja possível se destacar entre as infinitas possibilidades que a web oferece.

Por Pedro Lacaz Amaral, especialista em inteligência competitiva em ambiente on-line.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Veja quanto o juiz Sérgio Moro ganha. É dinheiro que muito poucos brasileiros ganham

Qualquer cidadão pode fazer a pesquisa no site do TRF-4. Veja abaixo. Não há aqui imputação de crime ao juiz. Mas Moro acha compatível receber remuneração muito acima do teto legal, no momento em que é transformado no “super-herói” da moralidade nacional? Rodrigo Vianna, via  Revista Fórum  em 26/8/2015 Quanto ganha o juiz que foi transformado em “herói nacional” pela Globo e pela Veja ? Apontado como moralizador da pátria, Sérgio Fernando Moro não é um super-herói. Mas um funcionário público. Deveria submeter-se às regras que valem para todos. É assim, também, que se combate corrupção: com respeito às regras. Sem escândalo. Todos os dias, todos os meses. E não apenas à frente dos holofotes midiáticos. Os advogados apontam inúmeras tropelias do magistrado: na Lava-Jato, dizem os juristas  (clique aqui para saber mais) , Moro atropela regras e impõe humilhações aos réus – tudo em nome do ideal da “moralidade pública”. Mas parece haver mais que isso… ...

Pesquisa Vox Populi mostra o Haddad na liderança com 22% das intenções de votos

Pesquisa CUT/Vox Populi divulgada nesta quinta (13) indica: Fernando Haddad já assume a liderança da corrida presidencial, com 22% de intenção de votos. Bolsonaro tem 18%, Ciro registra 10%, Marina Silva tem 5%, Alckmin tem 4%. Brancos e nulos somam 21%. O Vox Populi ouviu 2 mil eleitores em 121 municípios entre 7 e 11 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para cima ou para baixo. O índice de confiança chega a 95%. O nome de Haddad foi apresentado aos eleitores com a informação de que é apoiado por Lula. Veja no quadro: Um pouco mais da metade dos entrevistados (53%) reconhece Haddad como o candidato do ex-presidente. O petista, confirmado na terça-feira 11 como o cabeça de chapa na coligação com o PCdoB, também é o menos conhecido entre os postulantes a ocupar o Palácio do Planalto: 42% informam saber de quem se trata e outros 37% afirmam conhece-lo só de nome. O petista chega a 31% no Nordeste e tem seu pior desempenho na região Sul (11%), me...

Tiraram a Dilma e o Brasil ficou sem direitos e sem soberania

Por Gleissi Hoffimann, no 247 Apenas um ano após o afastamento definitivo da presidenta Dilma pelo Senado, o Brasil está num processo acelerado de destruição em todos os níveis. Nunca se destruiu tanto em tão pouco tempo. As primeiras vítimas foram a democracia e o sistema de representação. O golpe continuado, que se iniciou logo após as eleições de 2014, teve como primeiro alvo o voto popular, base de qualquer democracia e fonte de legitimidade do sistema político de representação. Não bastasse, os derrotados imediatamente questionaram um dos sistemas de votação mais modernos e seguros do mundo, alegando, de forma irresponsável, “só para encher o saco”, como afirmou Aécio Neves, a ocorrência de supostas fraudes. Depois, questionaram, sem nenhuma evidência empírica, as contas da presidenta eleita. Não faltaram aqueles que afirmaram que haviam perdido as eleições para uma “organização criminosa”. Essa grande ofensiva contra o voto popular, somada aos efeitos deletérios de ...