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Crescimento econômico, eficiência no setor público e respeito ao brasileiro

O ano de 2009 foi cruel para a grande maioria dos países, o Brasil não ficou imune, mas muitas nações padeceram muito mais do que o povo brasileiro. Isso, evidentemente, não foi virtude somente de um governo, mas de solidez institucional da nossa economia com a utilização de mecanismos adequados que fizeram o Brasil muito mais forte, do ponto de vista econômico, do que vários países considerados ricos, os chamados do primeiro mundo ou desenvolvidos. Ainda existem muitas tarefas para as nossas autoridades realizarem, mas muitas do que deveriam ser feito foram realizadas e estão funcionando perfeitamente.

O aperfeiçoamento da nossa economia passa por reformas muito importantes como a reforma trabalhista que assegure os direitos dos trabalhadores, mas deixe menos burocrático e custoso o processo de contratação e demissão; reforma política que deixe a nossa política menos dependente dos recursos de terceiros ou dos próprios políticos, consequentemente, diminuindo significativamente o nível de corrupção; reforma previdenciária, deixando dos dois regimes (o dos trabalhadores do setor público e o dos trabalhadores do setor privado) atuarialmente equilibrados e diminuir significativamente as taxas de juros, notadamente aquelas que incidem sobre a dívida do setor público. Além dessas reformas, são necessárias melhorar a eficiência no setor público nos três poderes e nos três níveis de governo e combater veementemente de forma sistemática a corrupção que envolvem muitos do setor público e do setor privado.

Essas ações são de extrema importância para o Brasil, para que a sua economia e seu povo fique mais firme e mais forte diante de qualquer situação ocorrida internamente ou no exterior. Claro que outras ações de ordem administrativa podem e devem ser feitas, inclusive podendo ser proporcionadas pelos resultados das ações descritas no parágrafo acima. Por exemplo, os ganhos que o setor público terá com a diminuição dos juros pagos e com a redução significativamente dos déficits previdenciários o governo terá bastante recursos para atender muitas das necessidadess da sociedade. Somente no período de janeiro a outubro de 2011, o governo pagou em torno de R$ 170 bilhões de juros da dívida pública e mais R$ 100 bilhões de déficit previdenciários nos dois regimes. Diminuindo esse peso tão grande do setor público, certamente sobrarão muitos recursos para serem aplicados em investimentos e atendimento de muitas demandas reclamadas pela população.

A robustez do Brasil pode ser fortalecida muito mais, dependendo das autoridades e das pessoas que podem mudar as condições atuais.  No ano de 2009, diante de uma crise que afetava praticamente todos os países ricos, o Brasil soube se sair bem, embora menos do que se desejava. Com a atuação do governo, notadamente o federal, foram oferecidos crédito, subsídios e continuado o processo de fortalecimento do mercado interno com a inclusão de milhões de pessoas ao mercado de consumo. Essas ações levaram o país ter uma insignificante queda no PIB de 0,3% enquanto muitos países tiveram queda muito mais forte. Além disso, o Brasil vinha apresentando taxas contínuas de crescimento. Em 2007 e 2008 o país cresceu, respectivamente, 6,1 e 5,2%. No ano seguinte à crise, o país logrou crescer 7,5%.

O respeito que as pessoas e das autoridades de outros países tem dos brasileiros quando estes estão no exterior depende fundamentalmente do fortalecimento da economia brasileira. Quanto mais o país for forte, rico e mais e desenvolvido mais os brasileiros serão respeitados lá fora e o nosso país também. É muito mais importante que isso, o país crescendo mais, com mais emprego, salários melhores para as pessoas, melhores oportunidades para quem quer crescer profissionalmente, mais as pessoas alcançarão os seus objetivos aumentando a felicidade e viverão melhores. Todas as autoridades deveriam ter isso em mente e buscando sempre fazer com que isso torne realidade em tempo não muito distante.

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