Pular para o conteúdo principal

As consequências da felicidade no ambiente de trabalho


Felicidade é o que a grande maioria das pessoas busca, seja na vida pessoal ou na vida profissional. Ser feliz é está em estado de espírito e de graças, está infeliz ou triste é está em uma situação totalmente indesejada. No trabalho a infelicidade é muito mais latente e visível porque pode afetar diretamente muito mais pessoas do que no caso de envolver apenas a vida pessoal. O que deve ser feito para que as pessoas sejam felizes em seus trabalhos? Quais as conseqüências de empregados infelizes em suas atividades? O que a empresa deve fazer para deixar os empregados felizes?

É preciso que a origem da infelicidade seja muito bem identificada porque pode ocorrer da falta de felicidade apresentada no ambiente de trabalho seja em decorrência de fatores totalmente desvinculados da empresa. Fatores como relacionamentos amoroso, familiares, vizinhos, etc. devem ser muito importantes para deixar uma pessoa infeliz e isso refletir seriamente em seu emprego. Entretanto, muitos fatores podem está muito diretamente vinculados nos relacionamentos com os colegas, com a chefia ou com a própria empresa como um todo.

É sabido que pessoas tristes produzem muito menos que as pessoas felizes. A produtividade das pessoas que estão felizes é muito maior do que a das pessoas infelizes. É uma conclusão bastante obvia porque as pessoas infelizes geralmente não possuem incentivo algum para trabalhar com afinco. São totalmente desprovidas de determinação própria para se dedicar de forma mais efetiva à atividade exercida na empresa. As empresas, realmente, deveriam cuidar muito mais da qualidade de vida dos seus empregados dentro da própria empresa. Envolvendo também os relacionamentos com os colegas, as chefias e os processos de reconhecimento.

Pesquisas realizadas em diversos países em diferentes épocas constataram que as pessoas buscam em primeiro lugar ambientes agradáveis e que possam exercer suas atividades com liberdade e tranqüilidade e que possam cultivar relacionamentos altamente agradáveis e que sejam respeitados, reconhecidos e que tenham oportunidades de crescer na empresa. Trabalhar em um lugar onde os “nervos ficam à flor da pele” como se diz em setores onde os relacionamentos são extremamente desagradáveis é um sofrimento muito grande, uma tortura, as pessoas mais felizes podem se tornar amargas, desinteressadas e improdutivas.

Apesar de muitos dizerem que a felicidade deve está dentro de cada um, em muitos setores das empresas (quando não em toda empresa) são verdadeiras fábricas na produção de pessoas infelizes. Setores ou empresas onde as pessoas pouco se cumprimentam, onde a chefia quase na fala com o empregado, em muitas vezes só falam quando é para dá uma bronca, nunca são elogiados pela chefia devem ser evitados. Nesses lugares as pessoas podem ter como efeitos colaterais a aquisição de muitas doenças derivadas de ambientes nocivos ao ser humano tais como doenças do coração, depressão, stress e muitas outras. As empresas deveriam criar um ambiente em que os seus empregados sejam felizes, produzam mais, gerem mais lucros e tenham mais alegrias e saúde.

Comentários

  1. Francisco;

    Felicidade em empresas no Brasil, hoje é Grande Prêmio de Loteria Especial.
    Primeiro naõ se pensa no bem estar do empregado.
    As acomodações de uma ou quase a totalidade de empresas são de péssimas condições.
    Não se pode falar em Restaurante da empresa, pois é uma possilga, acanhada, suja, panelas imundas, etc. etc.
    Segundo a Educação do povo Brasileiro. Ele não se impõe, não exige, pra ele o seu time ganhou tudo bem.
    Terceiro; O conjunto de um todo no geral, as empresas não investem emmnada, você pode visitar um par delas e vai constatar que aquelas instalações são desde sua inauguração. o resto é LUCRO, DINDIM PRO PRORIETÁRIO, O RESTO É RESTO MESMO.
    AH ia me esquecendo da FELICIDADE DO FUNCIONÁRIO EM SEU AMBIENTE DE TRABALHO.
    CADÊ O AMBIENTE?

    João Bosco

    ResponderExcluir
  2. Olá meu caro, achei muito interessante o seu texto, parabéns, infelizmente essa tal felicidade em alguns ambientes de trabalho é quase um super prêmio, principalmente em grandes empresas, mas vejo que não seria uma utopia, basta que façamos cada um a nossa parte.

    Parabéns...

    ResponderExcluir
  3. Olá Francisco !
    Excelente texto !!!

    Pude comprovar as duas questões na pele, primeiro trabalhar em um lugar com ambiente e gestão desagradáveis, o que acabou atrapalhando minha produtividade e também afetando drasticamente minha vida pessoal e depois trabalhar em um ambiente agradável, onde me sinto muito bem e isso praticamente duplicou meu rendimento !
    temos sim que ter auto motivação, mas nem sempre ela se mantém quando estamos num lugar em que nada parece trazer algum resultado benéfico... E isso é muito importante tanto para a vida profissional quanto para a vida pessoal, pois uma acaba interferindo de certa maneira na outra, por mais que controlemos.
    parabéns pelo artigo !
    Um abraço !

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Veja quanto o juiz Sérgio Moro ganha. É dinheiro que muito poucos brasileiros ganham

Qualquer cidadão pode fazer a pesquisa no site do TRF-4. Veja abaixo. Não há aqui imputação de crime ao juiz. Mas Moro acha compatível receber remuneração muito acima do teto legal, no momento em que é transformado no “super-herói” da moralidade nacional? Rodrigo Vianna, via  Revista Fórum  em 26/8/2015 Quanto ganha o juiz que foi transformado em “herói nacional” pela Globo e pela Veja ? Apontado como moralizador da pátria, Sérgio Fernando Moro não é um super-herói. Mas um funcionário público. Deveria submeter-se às regras que valem para todos. É assim, também, que se combate corrupção: com respeito às regras. Sem escândalo. Todos os dias, todos os meses. E não apenas à frente dos holofotes midiáticos. Os advogados apontam inúmeras tropelias do magistrado: na Lava-Jato, dizem os juristas  (clique aqui para saber mais) , Moro atropela regras e impõe humilhações aos réus – tudo em nome do ideal da “moralidade pública”. Mas parece haver mais que isso… ...

ÍNDICE DE PREÇOS É UMA BOA MEDIDA DE INFLAÇÃO?

Os índices de preços são de bastante interesse para as mais diversas pessoas, seja pobre ou rica, do Sul ou do Norte, velha ou nova, enfim, para todos aqueles que realizam compras periodicamente ou trabalham porque é uma forma de medida de desvalorização do poder de compra da moeda, do dinheiro. É uma medida aproximada de quanto foi a inflação em um determinado período. Também é de grande interesse do governo porque conforme os preços médios começam a subir ou a descer o governo realiza ações para ajustar a economia e os índices de preços são de grande valia para as autoridades que cuidam da economia realizarem tais ações. No Brasil até meados da década de 1990 a variação dos preços era constante e alta, em razão disso existiam várias medidas de índice preços, cada qual utilizando uma metodologia diferente. Com a implantação do Plano Real em julho de 1994, os preços passaram a variar muito menos, mas mesmo assim ainda existem várias medidas de inflação no país. Com a mudança d...

GASTOS SOCIAIS DO GOVERNO FEDERAL EM 2007

Muito se ouve falar que o nosso povo é muito carente e que a distribuição de renda em nosso país é muito perversa, o que reforça ainda mais a necessidade de atenção do governo federal nas áreas sociais. Em julho passado, o IPEA publicou um trabalho no qual são relacionados os gastos do governo nas áreas sociais em 2007. É importante que se verifique que excluindo os gastos da Previdência Social (mesmo porque apesar de ter uma relevância social muito grande, dependendo da Região, é de natureza fiscal diferente dos outros gastos) os gastos nas outras áreas sociais são insignificantes para atender todas as necessidades do nosso País. No ano de 2007, o governo federal gastou com áreas considerada sociais cerca de R$ 340 bilhões, correspondendo a 40,3% do seu orçamento e a 13,3% do PIB. Em termos percentuais, esses gastos foram os seguintes: Ministério da Previdência Social – 56,2%, Ministério da saúde – 14,5%, Ministério do trabalho e Emprego – 9,0%, Ministério da Educação – 8,4%, Ministér...